segunda-feira, 8 de setembro de 2014

The Sims 4


The Sims 4 foi lançado recentemente, pra mim ainda não foi possível explorá-lo 100%, mas as poucas horas que passei no jogo foram extremamente divertidas. Até então o segundo game da franquia era o meu favorito, na verdade foi o primeiro que joguei, apenas depois tive alguma experiência com o The Sims 1. Embora fosse bacana, me senti uma criança que está acostumada com os jogos super modernos, com efeitos incríveis e personagens que parecem pessoas de verdade, tendo o primeiro contato com um game do Atari - não que The Sims 2 fosse super realista, mas já era mais atraente. Ou seja, o jogo não me prendeu tanto. O terceiro cheguei a abrir, mas não tive a menor paciência de descobrir como as coisas funcionavam, conheço gente que ama, mas não me animou. O novo jogo da EA Maxis me deixou curiosa por se parecer mais com as suas versões antigas do que com The Sims 3. Isso significa que não existem mais os espaços abertos e livres para serem explorados, na quarta versão do jogo voltamos para as telas de carregamento quando vamos a algum lugar diferente, embora as extensões estejam menores, os ambientes estão mais interativos.
Nesta versão os Sims apresentam mais emoções, seu humor muda constantemente e sofre influências do ambiente e até mesmo do ânimo de outros Sims. Essa disposição emocional afeta como eles completam as tarefas de seu dia a dia, eles podem estar inspirados ou confiantes e ter melhor desempenho ao cozinhar, por exemplo. O avatar muda conforme suas emoções, estando "paquerador"ele faz uma carinha safadinha, quando confiante estufa o peito, e assim por diante. Falando em "paquerador", se você não quiser um Sim taradinho, sempre a fim de fazer um "oba oba"com qualquer um, não coloque "romântico"como traço de sua personalidade.



Fazer amigos é uma tarefa difícil, é necessária muita interação entre os sims para que tenham uma amizade verdadeira. O bacana é que em The Sims 4 podemos ter interação em grupo, os personagens são multi tarefas, podem comer e conversar, e ainda assistir tv, isso possibilita que eles também possam conversar com mais de um Sim ao mesmo tempo. 
Todos estão comentando o fato do jogo ter excluído as piscinas e os bebês, ainda não tive a experiência de ter um filho, embora meus Sims queiram fazer um o tempo todo. Mas não vi a diversão diminuir por causa disso. O modo de construção está melhor, temos cômodos prontos para os que tem uma preguicinha de decorar ambientes, ou aos que não tem lá muita noção de espaço como eu - invejo muito os que conseguem construir mansões baseando-se unicamente em seu senso estético aprimorado.



Sendo um jogo de simulação da vida real, em The Sims 4 não podia faltar smartphones, eles já vem com o Sim. Através deles podemos jogar, contratar serviços, conversar com amigos, procurar emprego e muitas outras coisas. Inicialmente fiquei esperando o jornal chegar pra começar uma carreira, "demorou"muito (não existem jornais nessa versão), e então comprei um computador, mas como disse anteriormente, o celular tem essa opção.
Outra coisa bacana no game é a criação dos Sims, está super intuitiva, e podemos fazer o que quisermos com o corpo do personagem. Achei muito democrático, você pode ser gorda, magra, forte, ter nariz grande, pequeno, empinado, e o mesmo para o restante do rosto.



Enfim, essa foi minha experiência com The Sims 4 até agora, quando eu tiver um filho e uma casa mais apresentável, atualizo.

segunda-feira, 11 de agosto de 2014

Adeus a um gênio


De uma hora para a outra minha timeline ficou triste, todos comentando a trágica morte do ator Robin Williams aos 63 anos apenas. Acredita-se que ele se suicidou. Uma pessoa extraordinariamente talentosa, capaz de nos fazer rir e chorar, entretanto desfrutou de uma vida turbulenta, com problemas com bebida e drogas. Estava vivendo um momento depressivo, segundo sua mulher. Mas sua imagem está eternizada em nossas mentes, e por que não no coração? Se ele estivesse no elenco de um filme eu tinha certeza de que valeria a pena assistí-lo, isso acontece quando confiamos no trabalho de alguém. Enfim, obrigada por nos tornar mais humanos com seus brilhantes papéis. 

Primeiros esboços das princesas Disney

Tenho enorme paixão pela Disney, todas as suas produções são geniais pra mim. Sabemos que as histórias clássicas de princesas foram "levemente" alteradas para que se tornassem parte da nossa infância, mas eu não seria a mesma sem a magia dos reinos encantados mostrados pelos estúdios de animação da empresa. As princesas eram um sonho, simplesmente lindas. Porém para alcançarem o visual que temos em nossas memórias, elas passaram por um processo criativo, e em alguns rascunhos já podemos ver a essência do resultados final, em outros nem tanto. Veja os primeiros esboços:

Aurora

Pocahontas

Bela
Branca de Neve

Mulan

Cinderela




Irmãs da Cinderela

A Cinderela passou por um longo processo até chegar na versão que conhecemos, não? Interessante é ver a diferença do traço nos esboços para os desenhos típicos da Disney, pois tudo segue um padrão, enquanto nos rascunhos existe liberdade para explorar diferentes estilos. 

quarta-feira, 23 de julho de 2014

Homens de verdade, tratam mulheres com respeito

Ouvi casos absurdos de meninas que foram estupradas, abusadas de uma forma ou de outra durante um momento vulnerável, como no caso da embriaguez. E o que é mais terrível ainda é o fato da sociedade as verem como culpadas pelo assédio. Quem mandou beber demais? Quem mandou ir em tal lugar? A tal hora e com tal roupa? E os caras ainda se divertem contando vantagem e embaraçando mais ainda suas vítimas, que na maioria das vezes não fazem nada, porque sentem vergonha. É triste ver como as pessoas encaram com normalidade e aceitam tal tipo de abuso, simplesmente não veem o cara que "come" uma garota inconsciente como estuprador, e o aceitam normalmente no cotidiano. É realmente revoltante, e é por isso que esse vídeo curtinho merece ser compartilhado.



segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Tecnologia militar: pizza que pode durar até três anos


Guerra é algo que torço para não ver, mas - infelizmente, todos os países se preparam de uma maneira ou de outra para caso dela vir a ocorrer. Nesses tempos difíceis a comida deve ser resistente e fácil de preparar. Uma pesquisa realizada durante anos com soldados americanos constatou que a comida que eles mais queriam dentro do cardápio militar era a pizza. Entretanto por causa de seus ingrediente altamente perecíveis seria um grande desafio tornar esse sonho real.
Mas cientistas de um laboratório militar dos EUA no Massachusetts acreditam ter fechado a lista de ingredientes que compõem uma pizza que será assada, embalada e permanecerá em um estado comestível por até três anos.


Grandes tecnologias nascem para enfrentarmos momentos caóticos, mas podem servir também para facilitar nosso cotidiano, quem sabe no futuro não podemos nos beneficiar dessa tal pizza que pode durar anos? Ainda assim espero que não precisemos trocar totalmente nossa comida fresca pela embalada, apesar disso ser tendência.

Essa é a minha mãe

Sabe aquela coisa de "mãe é tudo igual, só muda o endereço"? É muito verdade, e o artista gráfico Lucas Pamplona do Rio de Janeiro ilustrou bem esse dito em sua série "Essa é a minha mãe". Nela ele mostra o que nossas mães passam a vida nos dizendo incansavelmente, mas é tudo para o nosso bem, claro. 





Essa eu ouvi muito, e minha mãe nunca erra.

Quem nunca ouviu essas célebres sentenças pelo menos uma centena de vezes? Para ver a série completa acesso o portfólio do Lucas, e não deixem de clicar em "Appreciate This".

via

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Domínio feminino no curta "Opressed Majority"


Dificilmente encontraremos uma mulher que nunca foi molestada de uma forma ou de outra. Ao passarmos pela rua temos que enfrentar vários olhares que nos julgam como gostosas ou não, como "pegáveis" ou não. Se mostramos um pouco mais de pele estamos provocando, pedindo para sermos tomadas de todas as maneiras possíveis. Ao chamar a mulher de gostosa o homem acha que ela está feliz com o "elogio". Se estamos andando depois das 21h na rua, estamos pedindo por violência, se usamos shorts é a mesma coisa. E assim passamos a vida, tentamos ignorar, xingar, manifestar, mas sempre somos culpadas pela violência, o agressor raramente é condenado. No filme "Opressed Majority" (Majorité Opprimée), por Eleonore Pourriat, a realidade do mundo é invertida, as mulheres é que são dominantes, e os homens assumem o nosso papel frágil. 



O filme tem quase 11 minutos, o áudio é em francês, mas tem legenda em inglês (está  fácil de entender).